Explosão de apelidos

6 maio

Por Gabriel Duque

Desde a época do Rei Pelé, é comum observar jogadores de futebol serem tratados pelo apelido. Muitos surgiram em forma de brincadeira, como no caso de Mané Garrincha; ou ainda, se referindo às características do atleta, como por exemplo o inglês Wayne Rooney, que é chamado de Shrek; e há também aqueles que recebem uma homenagem da torcida, como Rondinelli, o Deus da Raça.

Mas, nos últimos tempos, com grande influência da imprensa esportiva que adora exaltar novos ídolos, vemos pipocar e brotar uma alcunha atrás da outra para falar dos craques espalhados pelos gramados do mundo. Quem não conhece o recém aposentado Ronaldo como Fenômeno. Na Itália, então, já vimos jogadores canarinhos assumirem todos os postos nas mais diversas formas de governo.

O ex-meio-campista Falcão virou o Rei de Roma após mostrar todo o seu futebol elegante na Velha Bota. Já o atacante Adriano, hoje no Corinthians, se tornou o Imperador, depois de se destacar na Internazionale de Milão aliando sua força física e seus canhões, com habilidade e gols. O meia Kaká passou a ser conhecido como o Príncipe de Milão por desfilar suas arrancadas com a camisa do Milan.

Para os torcedores brasileiros, é fácil se lembrar de uma centena de atletas chamados por apelidos. A criatividade não para nunca e vamos desde Leônidas, o Diamante Negro, até Luís Fabiano, o Fabuloso.

Passamos ainda por Zico, o Galinho de Quintino; César Maluco; Dadá Maravilha; Edílson Capetinha; Paulo Nunes, o Diabo Loiro; Roberto Dinamite; Robinho, o Rei das Pedaladas; Ademir da Guia, o Divino; Donizete Pantera; Edmundo Animal; Kleber Gladiador; Valdívia, El Mago; Gérson, o Canhotinha de Ouro; Túlio Maravilha; Júlio Baptista, La Bestia; Rafael Moura, o He-Man; Washington Coração Valente; e a lista não acaba.

Os craques de fora do Brasil também são reverenciados. Vale lembrar El Loco Abreu; Lionel Messi, La Pulga; La Brujita Verón; Raúl, Él Ángel de Madrid; Fernando El Niño Torres; Michael Owen, the Golden Boy; Totti, Il Capitano; entre outros. De certo, é que o futebol, como esporte, deve ser tratado com leveza e como uma diversão e essas denominações caem muito bem. E você, o que acha da explosão de apelidos no mundo do futebol? Qual é o de sua preferência?

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Uma resposta to “Explosão de apelidos”

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  1. Shrek está de volta! « Leia e Opine - 30/03/2012

    […] o craque do Barcelona e o português do Real Madrid marcaram 35 gols cada na Liga Espanhola, o Shrek como é conhecido Rooney, anotou 21 tentos em 26 jogos na competição nacional, com média de 0,81 […]

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