Sampa

7 jun

Já narrei aqui algumas de minhas frustrações pela cidade de São Paulo em dias de chuva. Algo é notório na capital paulista: basta chover para que tudo pare.

O já caótico trânsito empaca de vez e o sistema de metrô tem a ‘velocidade reduzida e o tempo de parada maior nas estações’.

Sabendo disso – e com o temporal desta terça-feira – posterguei a minha saída do trabalho. Resolvi encarar a volta para casa às 19h30.

Ao passar pelos bloqueios da estação Brigadeiro, vi que as plataformas estavam tomadas e decidi então pegar o sentido contrário ao meu destino final.

Desci na estação Clínicas por ‘parecer’ mais tranquila, mas ao subir as escadas e ver aquela multidão, logo pensei: “Todos tiveram a mesma ideia”. Pelo menos consegui entrar no metrô e chegar à Vila Prudente.

Mas vale lembrar que o trajeto de usualmente 20 minutos hoje foi percorrido em 45.

Começa então a nossa segunda etapa desta epopeia (com sua licença Heloisa Spolador). Ao chegar na Anhaia Mello vi que a avenida estava congestionado, fui então para o ponto final da lotação com destino a São Mateus.

A fila quilométrica contrastava com nenhum microônibus no ponto. Optei então espera pelo Parque Bancário. Por sorte foram poucos minutos na fila encarando o frio deste outono com cara de inverno.

Encerro este texto (redigido durante o caminho) da sala de casa. Nesta terça-feira tensa, nada como terminar o dia após um bom banho, o jantar servido e a sensação de estar vivo e produzindo. Vamos que amanhã é um novo dia.

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