O sangue nordestino

9 jun

Esse texto tem mais um tom pessoal – como se os outros não o tivessem – por que fala de família. Enquanto muitas pessoas usavam o Doodle do Google para tocar Asa Branda, de Luiz Gonzaga, a canção chegou aos Trending Topics.

Na hora, fui ao Youtube e ouvi a música. Confesso que fiquei bastante emocionado. Explico: como se pode ver no perfil ao lado, uma de minhas paixões é dançar forró. Mesmo não sabendo, não perco um ‘arrasta-chinela’.

Isso vem de família, está no DNA. Com a graça de Deus, sou filho de dois nordestinos muito dignos. O Sr. Amaro e a D. Maria que fizeram e ainda fazem de tudo por mim. Assim como eles, milhões de migrantes deixaram sua terra e rumaram para o Sudeste em busca de melhores condições de vida.

Nós paulistanos, devemos muito a esses homens e mulheres que com o suor do rosto e a força de seu trabalho ajudaram a construir esta metrópole. No próximo dia 29 de junho, solenidade de São Pedro, pai faz 41 anos na cidade de São Paulo. Parabéns seu Amaro, esta terra também é sua.

Aqui o vídeo com a música Asa Branca:

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Uma resposta to “O sangue nordestino”

Trackbacks/Pingbacks

  1. Gonzaga: de pai para filho « Leia e Opine - 16/01/2013

    […] meus pais brilhando ao ver as cenas que retratavam o lugar de onde vieram. Já disse aqui – em um post sobre o mesmo Luiz Gonzaga – o orgulho que tenho de ter o sangue […]

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