Os caminhos do texto

2 mar

Sempre li que novela era uma obra aberta, ou seja, pelo desenrolar da trama o autor aumentava ou diminuía a presença de um personagem na história.

Acho que esta máxima vale para toda obra de ficção. Enquanto escrevia a crônica “Solidariedade Paulistana” pensei em falar da ajuda que milhares de pessoas precisam e das diversas que são ajudadas pelos transportes de São Paulo ao serem vencidas pelo cansaço.

No entanto ao escrever o texto, quis um fim típico da obra de Nelson Rodrigues: um final marcante e emblemático. Obviamente ainda estou longe de ter o estilo do anjo pornográfico, mas ao menos tentei.

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