Um sopro de vida

2 set

Desde pequena Ana era especial. Mal saía à rua para brincar e logo voltava para casa cansada e sem ar.

Vendo a situação, sua mãe a levou ao médico e o temível diagnóstico não tardou a chegar: um dos pulmões de Ana não havia se formado completamente e ela teria que permanecer o restante de seus dias ligada a um balão de oxigênio.

O que para muitos seria um atestado de incapacidade, para Ana soou como uma oportunidade de vida. Mesmo atada aquele instrumento, a pequena menina sentia o ar entrar em seu corpo e dali retirar forças para viver.

Foi com o equipamento que Ana viveu inúmeros anos e jamais se questionou o por quê. Apenas viveu e agradeceu pelo ar que respirava.

Nota do cronista – Este jornalista nada entende de medicina, logo as eventuais discordâncias com a realidade se explicam pela chamada “licença poética”.

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Uma resposta to “Um sopro de vida”

  1. Priscila Ota 03/09/2012 às 22:42 #

    bonita crônica Rogério!

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