Arquivo | Diário de Bordo RSS feed for this section

Em casa para recompor as energias

7 maio

Depois de um longo tempo, hoje o penúltimo post desta série “Diário de Bordo”. O signatário deste blog precisa voltar a viajar e ter mais histórias para contar. rs.

Nada como voltar ao lar! Estou agora em casa no sofá da sala vendo televisão. Por falta de numerário mudei de planos no meio do caminho.

Quando cheguei em São José havia passagem para a Praia Grande, porém custava mais de 40 reais e como não aceitavam cartão, resolvi pegar um ônibus de linha até Mogi das Cruzes.

Em Mogi, peguei o trem até o Tatuapé e depois vim direto para casa. Agora tenho que convencer o Robson a descer comigo para a Praia Grande. Ainda não sei se vai dar certo, mas vamos continuar tentando.

Amanhã tem mais, espero passar o Ano Novo na Praia Grande e assim deixar tudo para lá!

Rogério Santana         30/12/09

Sala de casaem São Paulo     21h50

Rumo a São José!

27 fev

Sinceridade! Não sei se vai dar para chegar, mas tudo bem o que vale é a tentativa. Acabei de ouvir uma senhora dizendo que eu deveria ir para Caraguatatuba e lá pegar um ônibus para o sul, vamos arriscar.

A grana ta acabando. Já estou mais endividado que o possível, mas a visão da Igreja Matriz e do rio que corta Paraty (olhei isso tudo hoje) me dão a certeza de que tudo vale a pena!

Gostaria de ter aproveitado mais, mas na minha concepção foi o máximo possível. Agora é rumar para São José e ver onde vou parar.

P.S. Fui dormir todo assado e demorei para pegar no sono! Lá pelas três horas chegaram mais três pessoas para o meu quarto, assim ficamos em cinco, contando com o rapaz que também chegou a noite. Com esses eu não falei!

Rogério Santana         30/12/09

Rodoviária de Paraty 09h45

Frases

20 fev

Em minha última viagem à Paraty deparei-me com duas frases que chamaram minha atenção e por esta razão posto abaixo para ilustrar este domingo de sol que faz em São Paulo.

A todos um bom domingo!

O passado é um sonho

O futuro uma ilusão

E o presente a realidade

Frase grafitada em espanhol em uma quadra de futebol de Paraty

Preserve Trindade

Não tire nada além de fotos

Não deixe mais que pegadas

Não leve mais que boas lembranças

 Placa na entrada da comunidade de Trindade

 ( * adaptadas conforme a memória do editor)

Cama!

6 fev

Vou me deitar! Quero pegar o ônibus logo para S. José. Amanhã ligo para casa e para minha amiga Maria!

Minha estadia em Paraty vai chegando ao fim. Após muito tentar, acabei de comer meu macarrão instantâneo – frango para variar.

Estou feliz! Aproveitando cada momento e refletindo sobre o futuro. Até amanhã.

Rogério Santana         29/12/09

The Lagarto Hostel Paraty quarto 3  21h23

Estamos de volta!

26 jan

Galera, o signatário do blog não desistiu do projeto. Apenas tirei dois dias de férias da blogosfera para recuperar as energias e trazer mais novidades para o nosso público leitor. Espero que gostem.

Para falar um pouco do descanso, ontem fui até a Praia do José Menino, em Santos, acompanhado de amigos. Para um simples bate e volta, a viagem foi bastante gratificante.

Com uma infraestrutura agradável aos turistas, o local merece os elogios devido a organização e principalmente limpeza dos banheiros. Quanto ao mar, no dia de ontem, estava calmo e tranquilo.

Uma praia que recomendo para aqueles que moram em São Paulo e querem aproveitar os dias de verão que ainda nos restam.

ÁGUA

22 jan

A falta de infraestrutura segue atormentando o povo em Paraty. Quando cheguei fui tomar um lanche (X-frango com bacon, suco de laranja e açaí), mas a água já havia acabado.

Agora aguardo ansiosamente por um gás fraquinho que aquece a água com a qual tomarei meu macarrão instantâneo e irei dormir, pois amanhã embarco para São José dos Campos às 9h40. De lá só o senhor sabe o meu destino.

Estou gostando, a saudade é grande, principalmente dos meus amigos, mas é preciso crescer. Hoje é apenas uma semana, mas amanhã será o meu intercâmbio na Inglaterra.

P.S. Agora sim arde até a alma. Quem mandou não passar protetor. To mais vermelho que camarão da paella das mexicanas.

Esse comentário não era aqui, mas no texto anterior, porém “tudo vale a pena quando a alma não é pequena”, já nos ensinou o mestre Fernando Pessoa.    

Rogério Santana         29/12/09

The Lagarto Hostel Paraty quarto 3  20h41

Para não dizer que não falei das flores

16 jan

Seria hipocrisia minha se dissesse que só houve alegrias nessa viagem que se encaminha. Desde as quatro horas de espera no Tietê, depois mais de seis horas na serra até Ubatuba, três horas esperando o ônibus para Paraty e finalmente a falta d’água.

Sempre gostei do movimento musical contrário à ditadura e por isso peço aqui licença poética a Geraldo Vandré para usar o título de sua música e assim representar os problemas enfrentados em minha viagem.

Paraty apesar de ser uma cidade conhecida internacionalmente e com um grande foco para o turismo, não me parece capacitada para tanto.

Ao chegar, exausto, queria apenas um banho e uma cama. Consegui apenas a segunda. Sem tratamento de água, a cidade não comportou as fortes chuvas e a água da pousada se foi.

Moral da história: dormi sem água e com um banho de gato, escovei os dentes com um litro d’água comprado no bar e fui para a praia.

Quando cheguei estava necessitando de um bom banho, mas não consegui muito.  Para ser sincero ainda me sinto sujo, mas tudo bem!

Colocando em prática o meu olhar de jornalista, tenho algo a dizer. Desde que coloquei os pés no ônibus sentido Paraty, quase que 90% das pessoas se referiram a Trindade.

Também pudera, mar limpo e claro, areia para todos e uma grande tranquilidade. Mas o ponto negativo fica por conta da infraestrutura apresentada aos turistas.

O circular que sai da cidade rumo a Trindade tem como ponto final um lamaçal na Praia do Fora! Isso mesmo meu caro amigo, desembarcamos no meio da lama.

Acredito que as autoridades poderiam pensar em algo para sanar os dois problemas tanto a água quanto a lama.

Apesar de todos os problemas, nada tira o brilho dessa viagem.

Rogério Santana         29/12/09

The Lagarto Hostel Paraty quarto 3  18h55

PARA TI

20 dez

Vim para Paraty por puro desdém: Não sabia o que ia encontrar muito menos o que estava procurando! Não queria ficar em casa, isso era certo, mas me surpreendi.

Às 10h00 peguei um ônibus rumo à comunidade de Trindade. Por indicação, pois as praias de Paraty não são tão legais.

Depois de meia hora por um caminho tortuoso apelidado carinhosamente de “Deus me Livre”, vi o mar. Desde julho de 2007, quando fui para Copa (Copacabana), não via o mar.

Belo mar fluminense, a Praia do Fora, ponto final do circular que sai de Paraty, não estava cheia. Algumas famílias, os estrangeiros que vieram ao meu lado no ônibus de São Paulo (sim os próprios, eita mundo pequeno).

Lá pelas 14h00 após brigar muito com o mar e me queimar como um pimentão (nesse exato momento me dói até a alma rs!) decidi que era hora de voltar.

No ônibus, duas mexicanas que não estavam para muita conversa e algumas pessoas que deixaram aquele paraíso por um instante para lembrar-se que viviam em um mundo consumista.

Ao descer na rodoviária, vejo dois dos acompanhantes do ônibus na… fila da lotérica. O paraíso existe meus amigos, mas é preciso pagar as contas.

Rogério Santana         29/12/09

The Lagarto Hostel Paraty quarto 3  18h39

P.S. Quando voltei de Trindade, Joy e seus amigos já haviam ido. Fiquei com o gosto de lhe perguntar o seu e-mail. Poderia ser uma amiga na Inglaterra, não? Vivendo e aprendendo não podemos perder as oportunidades.

Rogério Santana         29/12/09

The Lagarto Hostel Paraty quarto 3  18h57

Enfim, Paraty

12 dez

Após mais de 12 horas no mundo cheguei a Paraty. Não pude ver como é a cidade ainda, afinal de contas já era quase meia-noite.

Achei que o taxista meio enrolado e por essa razão passei a noite no Che Lagarto e não no Geko como havia previsto.

Queria apenas um banho, mas para meu deleite a bomba do hostel não estava funcionando e literalmente fiquei a ver navios.

Muito ansioso para o novo dia que se inicia, espero ver e conhecer muitas coisas. Pedro, Ellen e as alemãs ficaram na rodoviária, não toparam o desafio de subir o morro do Patrimônio depois das 23h00. Espero que estejam bem agora em Trindade.

Torço para encarar um novo dia de sol. Ah, já ia me esquecendo estou em um quarto com mais três pessoas. Duas chegaram pra lá da madrugada, já a Joy (acho que é assim) é uma inglesa que não fala português.

Fiquei surpreso com a minha capacidade de comunicação em inglês, mas sei que preciso melhorar e muito!

Rogério Santana         29/12/09

Che Lagarto Hostel – Paraty  07h08

As alemãs

4 dez

Na longa jornada rumo a Paraty conheci alguns amigos: Pedro e Ellen que saíram de Jaú no dia anterior e assim como eu estão na estrada à espera das sonhadas férias.

Ainda na rodoviária de Ubatuba deparei-me com um grupo de estrangeiros. Logicamente puxei papo e acabei conhecendo: Antonia, Zara e Sofia (abrasileirado é claro).

Pessoas viajantes, as meninas estão no Brasil realizando um trabalho voluntário e mesmo apesar do forte sotaque conseguiram se comunicar muito bem.

Espero que em meu intercâmbio pela Europa conheça pessoas legais como as três meninas. Meta para 2010: aperfeiçoar meu inglês e assim poder falar com outras pessoas.

Rogério Santana         28/12/09

Rodoviária de Ubatuba          21h36

P.S Acho que não cumpri esta meta 😛 Mas tudo bem, ano que vem ta aí e o que não falta é tempo para eu traçar novas metas.