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Criatividade jornalística

14 jul

Tida como a profissão da objetividade, o jornalismo pode sair da linha e abusar da criatividade, em determinadas oportunidades, para chamar a atenção do leitor.

Obviamente, utilizando-se do bom senso, uma manchete ou um título elaborados de forma criativa pode ganhar o interlocutor e levá-lo ao restante do texto.

Como exemplo do bom uso desta criatividade, podemos citar a chamada do jornal Metro da última quinta-feira: “Cinquentones”.

A partir da informação que a banda inglesa Rolling Stones iniciará as comemorações pelos 50 anos de formação, os editores utilizaram-se dessa aglutinação e chegaram ao efeito esperado: alcançar o público final e causar curiosidade nos leitores para a matéria.

E você? Lembra de algum exemplo da criatividade jornalística. Deixe seu comentário.

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Como escrever para as novas mídias

21 mar

Nesta terça-feira, 27, a partir das 9h00, a jornalista Dad Squarisi faz o lançamento de seu novo livro “Manual de Redação e Estilo para Mídias Convergentes” no CIEE, da Rua Tabapuã.

Durante o evento, Dad ministra a palestra “Como escrever para as novas mídias” e dá dicas aos interessados em como usar a língua portuguesa de maneira eficiente neste mundo da comunicação instantânea.

Editora de opinião do Correio Braziliense e professora de edição de textos do Centro Universitário de Brasília, Dad é reconhecida no mercado por sua atuação como jornalista e docente.

Quem comparecer ao evento receberá uma edição do livro.

As inscrições estão encerradas, mas fica aqui o registro sobre a obra valiosa para o trabalho com novas mídias e o site para mais informações. O CIEE fica na Rua Tabapuã, 445 Itaim Bibi. O telefone de contato é 3040-6541.

* Dica da amiga Priscila Ota

O que é linha fina?

8 nov

Nesta terça-feira, a dica para os futuros jornalistas refere-se à “linha fina” ou “olho” como esta em destaque abaixo.

A manchete ou título da notícia traz a informação principal sobre o texto “Estudantes da USP caminham em direção a delegacia na zona Oeste”.

Já a linha fina serve como complemento da manchete “Após protestos, alunos seguiam para o 91º DP, onde colegas estão detidos. Polícia Miltar acompanhava a caminhada”.

Este exemplo reforça a “dobradinha título-linha fina”, na qual o leitor encontra as principais informações sobre o texto que segue adiante.

Dicas – Aqui você encontra as definições para gancho, jargão, lead e pirâmide invertida.

Retranca

29 ago

Hoje mais um post sobre conceitos do jornalismo. A edição desta segunda-feira será sobre o título acima: o que é uma retranca?

A definição pode ser resumida como grupo de matérias relacionadas ao mesmo tema ou assunto. A ideia é complementar a reportagem principal com dados relevantes.

Entre as categorias a serem citadas podemos elencar: factual, histórico, repercussão, entre outras.

Vou exemplificar com o caso Líbia. A atual guerra civil no país africano pode ser considerada a matéria principal e textos com a localização, dados geográficos e perfis de moradores podem ser classificados como retrancas.

Jornalismo Digital

29 jul

A minha mais recente leitura foi o livro cujo título nomeia este post. Escrita pela jornalista Pollyana Ferrari, a obra apresenta um panorama do início da era da internet como extensão do jornalismo.

Com foco na usabilidade dos sites e na personalização, o livro traz importantes pontos de vista para a construção de um novo paradigma envolvendo o jornalismo e a internet.

No entanto, por ter sido escrito em 2003, a obra apresenta-se como uma incubadora de ideias, que ao longo destes oito anos foram amadurecidas e agora já destoam dos argumentos propostos por Pollyana.

Para quem busca compreender os primórdios da comunicação via internet e como aconteceu a evolução deste processo, o livro é um bom ponto de partida.

 

Jornalismo de Tese

26 jul

Quem tiver a oportunidade de ler “O Efeito Marina”, de Alfredo Sirkis, verá uma crítica do autor ao chamado “Jornalismo de Tese”. Mas o que seria esta nova ‘classificação’ para a área?

Sirkis explica: “ Um dos piores cacoetes da imprensa é o tal do ‘jornalismo de tese’. O repórter ou editor tem sua tese preconcebida para a matéria e direciona sua ‘apuração’.”

Em minha opinião, Sirkis está correto em sua avaliação. Vemos inúmeros exemplos de profissionais, que fazem perguntas esperando por respostas pré-concebidas para assim fundamentar uma pauta já elaborada.

Ao invés de apurar os fatos e seus reais desdobramentos, alguns ‘profissionais’ acabam escrevendo aquilo que lhes é pertinente. Mesmo que às vezes distorçam frases e as coloquem fora de contexto.

Uma aula magna de publicidade

17 jun

Recentemente fui apresentado ao livro “O que a vida me ensinou” do publicitário Washington Olivetto (editoras Versar e Saraiva). Confesso que no início dei pouco crédito à obra, mas como gosto de desafios iniciei a leitura.

Outra confissão aqui: o livro é tão bom que demorei para encontrar o foco deste post. Para mim, o título resume com perfeição o texto ‘descolado’ de Olivetto sobre os ensinamentos conquistados ao longo da vida.

Como jornalista, sou antes de mais nada um comunicador social, ou seja, na universidade tive matérias com amigos formados depois em publicidade. Gosto de analisar as peças no mercado, tanto que nosso espaço aqui tem uma tag com 20 tópicos relacionados ao tema.

Por esta razão, não consegui encontrar apenas um recorte para ilustrar este post. O livro em si é recheado de dicas importantes e repleto de novos ensinamentos para quem o lê.

Mais do que recomendar, indico a todos os estudantes de publicidade e aos interessados na área a compra de um exemplar, para manter na cabeceira da cama como uma espécie de guia para a profissão.

Para aguçar um pouco mais a curiosidade dos leitores, reproduzo abaixo um parágrafo retirado da página 54. O trecho discorre sobre a importância do idioma e mostra a qualidade da obra não só para os publicitários e sim para para todas as pessoas.

“Tenho uma paixão pela língua portuguesa, convertida em língua brasileira. E aprendi desde cedo que dependo muito da minha língua. É por meio dela que posso expor minhas melhores ideias. Ela é o fio que me liga à cabeça e à alma das pessoas, sempre da maneira mais honesta possível”.

P.S. Academicamente falando, gostei tanto da leitura a ponto de fichar o livro para usar algumas citações na futura pós-graduação.

Um pedaço de Minas em SP

10 jun

Há 300 anos Sabará, Ouro Preto e Mariana eram elevadas à categoria de vila pela Coroa Portuguesa. Para comemorar a efeméride, o Espaço Minas Gerais em São Paulo reúne obras expressivas das localidades.

Vídeos, poesias, músicas, artes plásticas e peças de arte popular compõe o acervo da exposição que ficará à disposição do público até o próximo sábado, 18 de junho.

O Espaço Minas Gerais, em São Paulo, fica na rua Minas Gerais, Higienópolis. O horário de visitação é de terça a sexta-feira, das 9 às 18h e aos sábados das 10 às 14h. A entrada é franca.

Jargão

31 maio

Este post faz parte da série de dicas para jovens jornalistas que este blog apresenta com certa periodicidade. Já falamos sobre pauteiro e gancho, e hoje o assunto é jargão.

A palavra em si remete a algo de uso peculiar para qualquer profissão. Ou seja, cada categoria tem a sua maneira única de tratar determinado assunto.

Aos jornalistas, os jargões não são recomendados no texto por se tratar de ‘frases feitas’, mas no cotidiano das redações, muitos utilizam termos próprios.

Como exemplo, temos o furo (a informação exclusiva divulgada por um repórter ou veículo) ou a barriga que é justamente o contrário (uma informação falsa apresentada como verdadeira).

Assim como em todas as profissões, os jargões estão presente e fazem parte do dia-a-dia das pessoas.

Sarau também é cultura

19 maio

Idealizado pelas alunas Ana Paula, Heloisa Spolador Silva e Viviane Rosa, do 7º semestre de Biblioteconomia da Fundação Escola de Sociologia e Política (FESP), o blog “Sarau” visa destacar a importância desta manifestação artística em relação à cultura.

Atualizado semanalmente, a página apresenta diversos pontos de vista sobre a expressão “Sarau” e a sua realização em espaços públicos como, por exemplo, nas bibliotecas.

Visite o blog e conheça um pouco mais sobre o tema. Para acessar, clique aqui.