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Marketing com Michel Téer

18 mar

Quem busca novos conhecimentos na área de marketing e comunicação deve conhecer o canal no YouTube do professor Michel Téer.

Responsável por cursos como “Estratégias de Comunicação em Redes Sociais” e “Marketing em Plataformas Digitais”, Michel aproxima através deste novo canal os públicos interessados em informação e conteúdo de relevância.

Como uma rede social em si, a plataforma permite comentários e sugestões para as próximas edições que podem trazer dados e soluções de dúvidas do internauta.

Clique aqui e conheça o canal do professor Michel Téer.

Indy e o marketing no Brasil

6 maio

Por Gabriel Duque

James Hinchcliffe, vencedor da SP Indy 300

James Hinchcliffe vencedor da SP Indy 300

Neste domingo, o circuito de rua do Anhembi respirou e vivenciou a Fórmula Indy. Categoria de monopostos mais importante dos Estados Unidos, a prova chegou à sua quarta corrida em São Paulo. Em um final surpreendente, o canadense James Hinchcliffe ultrapassou o japonês Takuma Sato na última curva e sagrou-se vencedor da prova pela primeira vez.

No entanto, deixando de lado o aspecto esportivo, o que chama bastante a atenção na Indy em São Paulo é a atuação do marketing. Cada vez mais ligadas e conectadas aos esportes, as marcas buscam explorar os eventos para se expor para o grande público. No caso da corrida no Anhembi, Itaipava e Nestlé reforçam sua presença no setor.

Para a etapa deste ano, a cerveja do Grupo Petrópolis produziu 18 milhões de latas especiais em referência à competição. As latinhas vêm com a imagem de um piloto, da bandeira quadriculada e do logo oficial da prova.

Vale lembrar que os investimentos para a realização do evento chegam a R$ 75,5 milhões e estima-se que o retorno da Indy para a cidade de São Paulo some R$ 432 milhões. O próprio vice-presidente da categoria já afirmou que a prova na capital paulista é a segunda mais importante do calendário, atrás apenas da tradicional e histórica 500 Milhas de Indianápolis. A corrida ainda é transmitida para 200 países e recebe um público de 60 mil pessoas nas arquibancadas.

As astúcias do mercado editorial

14 fev

Publicada em dezembro, a notícia publicada na Folha sobre o aluguel de espaços por parte das editoras nas livrarias pareceu-me muito importante.

Confesso que a disposição das obras na vitrine – com destaque para determinados títulos – já havia chamado minha atenção, mas em momento algum pensei que fosse algo orquestrado pelas editoras para incrementar as vendas.

Fiquei surpreso com este fato e por esta razão, comento aqui no blog. Este fato mostra que as estratégias de marketing estão em todas as áreas, desde o mercado editorial até o ramo de livrarias.

FECAP e o Marketing na Prática

6 jun

Na quinta-feira, 14, a partir das 19h, a FECAP realiza novamente a palestra “Marketing Digital na Prática”, com João Dalla e Henrique de Campos Júnior.

Quem não teve a oportunidade de comparecer a atividade em abril, pode ir ao Campus Pinheiros localizado na Rua Artur de Azevedo, 1637, e verificar gratuitamente como as ferramentas digitais podem auxiliar o marketing.

Temas como Introdução e Conceito de Publicidade Digital e oportunidades na Internet são destaques da programação.

Para realizar a inscrição é preciso enviar um e-mail para relacionamento@fecap.br  ou ligue para (11) 3272-2222.

A relação do tempo

2 abr

Um fato curioso nos leva ao texto de hoje. Como é notório para os leitores do blog, o signatário anda um tanto quanto ausente do nosso espaço. Isto ocasionado, por um único motivo: falta de tempo.

Coincidentemente para ilustrar a correria do dia-a-dia, compartilho hoje a ideia de “Share of Time”, novo conceito do marketing que prioriza o tempo do consumidor e não só as questões ligadas ao consumo, isto por que o poder aquisitivo das pessoas vem crescendo consideravelmente, mas não há como ‘gastar’ esse dinheiro, pois não há tempo.

O texto aqui traz uma boa reflexão sobre o “Share of Time” e a maneira como este conceito está cada vez mais atrelado ao nosso cotidiano.

Neuromarketing

13 fev

Por Raffael Lucas

Convidado por Rogério Santana, hoje venho partilhar um pouco das impressões que tive do terceiro dia do 7º Ciclo de Palestras da ESPM, que trouxe na quarta-feira, dia 8 de fevereiro, o tema “Neuromarketing”.

Segundo o Prof. Dr. Pedro Calabrez Furtado, o Neuromarketing é um conjunto de metodologias e ferramentas de pesquisa embasadas na neurociência, para identificar e interpretar o comportamento do consumidor, dada a facilidade que emergiu nos últimos trinta anos em observar o cérebro humano em funcionamento. Podemos afirmar que o Neuromarketing é a aplicação de tecnologias neurocientíficas, com propósitos de marketing, ou seja, a união da ciência e do marketing para explicar o que motiva o consumidor em suas preferências e escolhas .

Podemos citar a utilização de ferramentas como a Eletroencefalografia (EEG), uma análise gráfica das correntes elétricas do encéfalo, registradas por eletrodos aplicados no couro cabeludo, a FER (Facial Expression Recognition), reconhecimento das expressões faciais,e a Neuro imagem por Ressonância Magnética Funcional, como exemplos das metodologias utilizadas pelo neuromarketing  para tentar entender as sensações, emoções e ativações no aparelho cerebral do consumidor ao ter contato com determinada propaganda, produto, embalagem ou marca.

Durante a palestra também foram apresentados os prós e contras do Neuromarketing. Uma das grandes dificuldades de sua implementação é o custo elevadíssimo. Ainda que existam players de grande porte engajados neste mercado, como as gigantes Neurofocos e Neurosense, é muito caro realizar uma análise destas, apenas para exemplificar uma máquina de ressonância magnética custa em média US$ 2 milhões.

Também não podemos descartar que ao estar dentro de uma máquina barulhenta e não poder se mexer, ou com dezenas de neurotransmissores acoplados na cabeça, nenhum consumidor é capaz de agir naturalmente ao, por exemplo, assistir uma propaganda  de TV como se estivesse no sofá de sua sala. A artificialidade e o ambiente hostil acabam criando uma dissonância nos resultados.

Por fim é necessário um profissional extremamente escasso no mercado: alguém que seja capaz de interpretar as imagens e respostas da ciência biológica sob o viés do consumo. O que é difícil, pois há um GAP grande entre estes dois perfils.  Como vantagens, o Neuromarketing é capaz de ir além do que o consumidor fala, pois muitas vezes e por diversos motivos as pessoas acabam mentindo em pesquisas tradicionais.

Em análise geral, fica claro que estas são ferramentas que nos próximos anos serão muito aplicadas pelos profissionais de marketing para complementar o conhecimento de seus clientes e consumidores em potencial, porém jamais poderão ser totalmente utilizadas em detrimento dos métodos tradicionais, como as pesquisas qualitativas, pois a mente humana é complexa demais para ser explicada através de uma máquina.

 

Todo conhecimento é válido

3 fev

Participar de três cursos de férias nestas duas últimas semanas – Marketing em Redes Sociais, Por que Restaurar? e Tratamento de imagens – me ajudou muito a refletir sobre o conhecimento.

Sempre tive a convicção de que o único bem que ninguém pode me tirar é o aprendizado. Por isso, assim que possível estou dentro de uma sala de aula, para antes de tudo ouvir e saber um pouco mais sobre tudo.

A participação nas três atividades foram muito enriquecedoras, no entanto cada uma contribuiu de uma maneira diferente para a minha construção de repertório.

Enquanto na aula de marketing, objetivos em comum uniram o grupo em rede, a aula sobre Patrimônio Histórico me ajudou a ver uma realidade de maneira diferente. Foi bom conhecer aspectos e similaridades de outra profissão e assim criar um novo ponto de vista.

Acredito que este é o objetivo do aprendizado e principalmente do conhecimento: explorar novos horizontes e descobrir novos caminhos.

E que venham novos desafios!

Marketing nas Plataformas Digitais

1 fev

Por Priscila Ota

(priscila.ota@gmail.comwww.facebook.com/priscilaota)

Há quem ache que férias significam apenas descanso, praia e vida boa, longe de sala de aula, professor e faculdade…

Mas, para muitas pessoas, o último sábado (28/01/12), típico de um janeiro de férias, foi de muito conhecimento, informação e troca de ideias.

O curso de férias “Marketing nas Plataformas Digitais”, ministrado por Michel Camporeze Téer, especialista nas áreas de Comunicação e Marketing, reuniu no Campus Shopping Light da UnG profissionais de diversos segmentos interessados neste tema tão abordado nos dias atuais.

Um ponto importante que foi destacado é o uso incorreto do termo “marketing digital”. O advento da internet não criou um novo tipo de marketing. Segundo Philip Kotler, marketing é a “atividade humana dirigida para a satisfação de necessidades e desejos por meio dos processos de trocas”, e esse marketing é único, ou seja, ele é aplicado tanto “on” como “off line”.

Por isso, o que temos é a presença do marketing nas diversas plataformas digitais, tais como sites, redes sociais, e-mail marketing e mecanismos de buscas.

E daí um leque de possibilidades se abre para promover uma comunicação eficiente e que gere resultados para o negócio.

Contudo, é preciso estar atento a cada detalhe, que pode fazer toda a diferença.

Desde a escolha das cores (utilizando a psicodinâmica das cores) até o cuidado com a identidade visual da empresa, passando pelo conhecimento sobre os sites de busca até mesmo sobre o horário certo de mandar um e-mail marketing.

Trabalhar o marketing nas plataformas digitais exige planejamento, conhecimento a respeito do público-alvo e, principalmente, foco no relacionamento com o cliente, afinal, “não existe rede de computadores, e sim, rede de pessoas”.

Todos os temas que foram abordados no curso são muito atuais e, com certeza, rendem outras matérias para o blog!

Conhecimento é sempre muito bom e tem de ser compartilhado a todo momento. Tanto é que vou encerrar a matéria com uma frase da Cecília Meireles que o professor Michel utilizou na aula:

“Hoje desaprendo o que tinha aprendido até ontem e que amanhã recomeçarei a aprender”.

Quem tiver interesse, segue abaixo a apresentação de slides:

Psicodinâmica das cores

26 jan

Antes de iniciar este post, vale lembrar que este blogueiro é jornalista e mesmo fazendo parte da mesma ‘árvore do conhecimento’, a publicidade é para mim um objeto de estudo, da qual não sou especialista, apenas um curioso.

Por esta razão, escrevo neste momento sobre a “Psicodinâmica das Cores”. Tema de análise no curso de Marketing Estratégico nas Redes Sociais, o assunto chamou a minha atenção.

Genericamente, podemos definir que a psicodinâmica das cores estuda a relação das tonalidades com os indivíduos. Um estudo publicado por Ana Karina Miranda de Freitas, disponível na internet, traz todas as informações sobre o assunto.

Focarei apenas nas relações apresentadas entre as cores e as sensações:

Branco – paz, harmonia, pureza

Preto – introspecção e medo

Vermelho – expansão e movimento, apetite, instinto e força

Amarelo – sabedoria natural, riqueza e identidade

Laranja – desejo, alegria, prazer e otimismo

Diante deste panorama verificamos a veracidade da premissa “nada é por acaso”. A escolha de cores para a criação de marcas e identidades visuais são baseadas nestas características.

O assunto é denso e requer muita pesquisa, no entanto, fica aqui a dica para o início do processo de descobrimento da importância das cores em nossa vida.

Marketing Estratégico em Redes Sociais

22 jan

Neste sábado, 21, o auditório do campus Shopping Light da UnG (Universidade de Guarulhos) recebeu o curso de Marketing Estratégico em Redes Sociais ministrado pelo professor Michel Téer.

A sala completamente tomada e a lista de inscrições com mais de 90 nomes mostrou a importância do tema no atual mercado de trabalho. A diversidade das áreas de atuação dos participantes também foi um ponto positivo.

Com início conceitual, Michel fez uma contextualização do assunto, falando inicialmente sobre comunicação, a diferença entre os tipos de web, partindo então para as estratégias a serem abordadas pelas empresas em relação às redes sociais.

O próprio conceito de redes sociais também foi abordado, sabendo-se que o ser humano sempre esteve ligado em redes, mas o advento da tecnologia potencializou a ação destas na vida das pessoas.

É válido salientar também que toda plataforma digital permite contribuição do usuário.

Já quanto às estratégias, podemos destacar: a criação de um conteúdo com relevância, a definição de uma cultura digital na empresa, a avaliação interna, o conhecimento da plataforma, a observação do que é dito e consequentemente a implementação da política com a presença nas plataformas.

Em relação ao marketing viral, alguns cases foram apresentados exemplificando a questão, assim como as mídias sociais que podem ser definidas através do conteúdo produzido e compartilhado pelas plataformas.

Em suma, a sala foi muito participativa com discussões pertinentes e enriquecedoras para a compreensão do assunto. O grupo efetivamente contribuiu para esclarecer dúvidas e fazer do curso mais um sucesso.

Em tempo, quem quiser conhecer mais o trabalho do professor Michel Teer, só acessar o site pessoal.

Veja abaixo a apresentação de slides: