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Oficinas Culturais: inscrições abertas

2 abr

oficinas culturaisLigadas à Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, as Oficinas Culturais estão com inscrições abertas para as atividades gratuitas do segundo trimestre de 2014.

Destaque na programação para os cursos da Oficina da Palavra Casa Mário de Andrade, localizada na Barra Funda: “Memória Televisiva e a História da Telenovela Brasileira”, “Workshop de Telejornalismo”, “Oficina de introdução à fotografia” e “Minicurso: Literatura, Futebol e Jornalismo”.

Com ampla gama de opções, vale a pena conferir o site das Oficinas Culturais e buscar oportunidades para aprimorar os conhecimentos.

Texto na TV

8 mar

o texto na tvQuem sonha em trabalhar com TV e mais precisamente com jornalismo na televisão tem que ler e ter o livro “O Texto na TV – Manual de telejornalismo”, de Vera Íris Paternostro, como bússola para toda a carreira.

Repleto de dicas – desde a escolha da melhor palavra para determinado assunto até a forma como abordar um tema – o livro possui uma linguagem clara e objetiva e assim leva o leitor a compreender todos os passos para uma boa reportagem na TV.

Sem esquecer a premissa básica do telejornalismo – o casamento perfeito entre texto e imagens – Vera aponta soluções para problemas do cotidiano e ainda traz dicas preciosas para quem está no início da carreira.

Assim como deve ser um manual, a jornalista apresenta passo a passo a construção de uma boa história e como esta pode ganhar vida na televisão através de um texto ágil e informativo.

Vale mais que a leitura, vale a pena ter um exemplar na estante de casa.

Um olhar norte-coreano

31 jan

Recentemente precisei assistir a um pronunciamento oficial do governo norte-americano sobre a ameaça de testes nucleares contra os Estados Unidos.

Vale salientar que o meu interesse era por imagens que ilustrassem o tema, já que o meu conhecimento sobre o idioma coreano beira ao nada.

Pois bem, ao ver o vídeo em questão chamou a minha atenção como os apresentadores leem as notícias. Eles simplesmente olham para baixo e fazem a leitura.

Obviamente não esperava de uma ditadura fechada a mesma informalidade apresentada nos jornalísticos da Rede Globo. Mas, achei curioso o fato das notícias serem lidas sem ajuda do famoso TP (teleprompter – equipamento utilizado pelas emissoras para que os âncoras leiam as notícias olhando para a câmera).

Encontros Esportivos com Abel Neto

14 ago

Nesta quinta-feira, 16, a Aceesp (Associação de Cronistas Esportivos do Estado de São Paulo) em parceria com a Tracto promove palestra com o repórter da TV Globo, Abel Neto, a partir das 19h30.

Com ampla experiência em coberturas esportivas, Abel bate um papo com profissionais e estudantes de jornalismo.

São apenas 70 vagas e é preciso realizar as inscrições com antecedência. A palestra acontece na sede da Aceesp localizada na Avenida Paulista, 807 9º andar.

Mais informações, acesse o site.

A intimidade no telejornalismo da Globo

19 jul

De uns tempos para cá, o jornalismo da Rede Globo passou a deixar de lado a sisudez característica do meio para investir em uma maneira mais leve de noticiar.

Desde a época de Fátima Bernardes no Jornal Nacional ao lado de William Bonner ou a dupla Sandra Annemberg e Evaristo Costa no Hoje e passando por Tiago Leifert no Globo Esporte, os jornalistas da Globo tem buscado uma descontração maior em nome da proximidade com o público.

Mas, uma cena vista na última semana durante o Bom Dia Brasil foi o ápice deste novo modo de agir entre os jornalistas.

Direto de Londres, o correspondente Renato Machado se dirigiu âncora Ana Luiza Guimarães como “Luli”.

Um gesto carinhoso e no mínimo íntimo entre dois profissionais renomados que aquela altura romperam a barreira da relação repórter-apresentador.

 

* Montagem Gabriel Duque

A cidade de um cenário só

23 maio

São 1522 km² de área, o que faz de São Paulo uma das maiores cidades do país. Centro financeiro econômico do Brasil, o município é sede das grandes empresas, inúmeros meios de comunicação e fonte constante de notícias.

No entanto, o fato de ser e estar no centro das novidades não ajuda os pauteiros na definição dos locais para a gravação das entradas ao vivo.

Basta caminhar pela avenida Paulista – mais precisamente no Parque Trianon – e lá estará uma equipe com câmera e repórter prontos para falar com todo o Brasil.

É claro que TV está diretamente relacionada à imagem, mas o uso de um cartão postal para ilustrar aos telespectadores o local deve ser melhor pensado.

São inúmeros os pontos da capital paulista que merecem destaque na atmosfera nacional, mas muitas emissoras ainda conjugam a ideia de que a avenida Paulista é a cara da cidade.

Cursos grátis de curta duração

19 abr

As Oficinas Culturais são órgãos ligados à Secretaria Estadual da Cultura e tem como missão difundir o valor cultural através de cursos e palestras gratuitas.

Além das Oficinas no interior, há seis espaços na capital: Alfredo Volpi, em Itaquera; Amácio Mazzaropi, no Brás; Luiz Gonzaga, em São Miguel Paulista; Maestro Juan Serra, em Brasilândia; Oswald de Andrade, no Bom Retiro e Mario de Andrade, na Barra Funda.

Sempre com uma programação vasta e diversas oportunidades, as casas estão com inscrições abertas para as atividades deste primeiro semestre.

O signatário deste blog indica as oficinas de Acervos Culturais, Audiovisual, Comunicação, Cultura Digital, Fotografia e Literatura na Casa Mario de Andrade. Mas, as outras oficinas trazem novidades das demais áreas de conhecimento.

Destaque para as oficinas de Integrações Narrativas – Transmídia, Procedimentos Criativos na Internet, Audiência de TV e Telejornalismo e Linguagem Popular.

Para mais informações, endereços, horários e dias de atividades, acesse o site das oficinas e veja como proceder para realizar a inscrição.

Para aprender TV

12 abr

Neste sábado, 14, a MBComunicações promove treinamento para quem busca entender o funcionamento do telejornalismo. Ministrada pelo repórter da TV Bandeirantes, Marcelo Bittencourt, a atividade acontece das 9h às 12h.

No programa, o interessado terá a ideia de como começar uma matéria, como fazer a abordagem em campo, seleção de informações, como é o texto no telejornalismo, gravar a passagem e ainda gravar stand-up.

O valor do investimento é R$ 100,00, pagos a vista ou dois cheques de R$ 60,00. O curso acontece no Instituto de Oceanografia da USP, na Praça do Oceanográfico, 191, Cidade Universitária;

Para realizar as inscrições, envie um e-mail para  mbcomunicacoes@yahoo.com.br, ou ligue : (11) 78709016 (11) 83066772

Dica do nosso amigo Fernando Costa.

Mudando regras

4 abr

Este post já deveria ter ido ao ar, mas a falta de um gancho necessário o atrasou. Pois bem, faremos agora uma análise do Globo Esporte – edição paulista – do último primeiro de abril. Comandado por Tiago Leifert, o programa quebrou algumas regras e mostrou um novo lado do telejornalismo – principalmente da TV Globo.

Nos últimos anos, a forma até então engessada dos jornalísticos da emissora carioca foram perdendo espaço. Tanto, que é visível em algumas edições do Jornal Nacional, o casal de apresentadores – William Bonner e Fátima Bernardes – conversando como se estivessem na sala de casa.

Ao meu ver, esta aproximação com o telespectador é uma tendência a ser aprofundada com o passar do tempo. Ícone deste novo rumo do telejornalismo, Leifert fez da versão paulista do Globo Esporte um verdadeiro ensaio. Com pautas diversificadas e uma linguagem menos formal, o apresentador ‘rejuvenesceu’ a atração. No início não era favorável as mudanças, mas com o tempo me acostumei.

No entanto, a edição do último dia 1º de abril – foi ao meu ver – o ápice desta nova corrente, se assim podemos classificá-la. Não vi o programa pela televisão, mas acompanhei via internet.

A forma utilizada pelo apresentador logo no início já demonstrava o conteúdo que viria pela frente naquela sexta-feira. Ao invés de usar o cenário se locomovendo, Leifert fez uso da bancada – símbolo do tradicionalismo – ao lado do terno e gravata e de lá comandou a atração.

Que como pauta trouxe a cobertura dos treinos de Corinthians (de Alagoas e Paraná), Palmeira (do Rio Grande do Norte) e da equipe de caiaque de pólo, São Pólo – uma analogia aos principais times da capital paulista.

Além dessa ‘cobertura’, o repórter Renato Peters fez uma entrada ao vivo, para falar do ‘clássico’ do ABC: São Caetano e São Bernardo, fugindo totalmente dos padrões vigentes. Ainda em clima de descontração foram apresentados os gols da rodada, com direito a partidas de futebol society.

Mas o fim do programa reservava uma tiração de sarro que provocaria a ira da torcida corintiana. Em alusão, a não-conquista da Libertadores da América, Leifert anunciou a comemoração pelo título naquele 1º de abril.

Foi o suficiente para que surgisse na internet, principalmente, no Twitter uma campanha contra o apresentador. Representada pela hastag #UnfollownoTiagoLeifert, a medida pedia para que as pessoas parassem de seguir Leifert no microblog.

Ao meu ver, a edição pode ser considerada um marco no telejornalismo brasileiro. Isso porquê quebrou barreiras e rompeu paradigmas. Uma forma diferente de informar e além do mais, com o gancho do “Dia da Mentira”, Leifert e a Globo conseguiram fazer um programa diferente e interessante.

Escalada

30 mar

Um dos termos usados no telejornalismo, a escala nada mais é do que as chamadas feitas pelos apresentadores durante o início do telejornal.

De importância extrema para o informativo, a escalada tem como função prender a atenção do telespectador para o restante da edição.

Por essa razão, as manchetes devem ser bem elaboradas e trabalhadas para alcançar o objetivo.